Na noite só
No cemiterio,Boêmio
Na contramão
Coração ferido
No rastro de noticias tristes
Na calada da madrugada
Surtando com a ausencia
Do que nunca encontrou
E o tempo passa
Nada construtivo
Procurando a cura
Ou desejando vingar-se
Dos senhores do destino
Que serviram sua melancolia
Esperando pela proxima estação
Na esperança que traga novamente
A vontade de viver.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Olhos do Hospicio :
Poucas palavras
muito silencio
nada a dizer ,nem a quem dizer
o trem taciturno passou as 11
Olhos funebres
os ventos arrastam as flores mortas
como as ondas que levaram seus risos
alento para surtar novamente
Não passará dos vinte
não há aonde se adaptar
uma corda para enforcar os sentidos
aqui jáz um inferno
numa mente habitada por abominações
aprisionadas entre as ruinas
Laminas confiscadas
convivendo com loucuras alheias
Esse mundo imundo nunca mereceu sanidade alguma
O tempo continua voando como nunca
privado da liberdade.
muito silencio
nada a dizer ,nem a quem dizer
o trem taciturno passou as 11
Olhos funebres
os ventos arrastam as flores mortas
como as ondas que levaram seus risos
alento para surtar novamente
Não passará dos vinte
não há aonde se adaptar
uma corda para enforcar os sentidos
aqui jáz um inferno
numa mente habitada por abominações
aprisionadas entre as ruinas
Laminas confiscadas
convivendo com loucuras alheias
Esse mundo imundo nunca mereceu sanidade alguma
O tempo continua voando como nunca
privado da liberdade.
ÊPILOGO
Em fase terminal
aprendi a usar a minha escuridão
uma forma de manifestar o meu mal
nos quadros de meus versos
ditando as nebulosas em frases mortas
os poemas cinzentos que me definem
aprendi a usar a minha escuridão
uma forma de manifestar o meu mal
nos quadros de meus versos
ditando as nebulosas em frases mortas
os poemas cinzentos que me definem
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
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