Sentado em um banco sujo,eu observo pessoas se movendo as préssas,em minha suposição momentanêa,parasitas em jogos de interesses,sucumbindo ao dinheiro,correndo á sua procura,curiosas elas se encaram,e a min tambêm,procurando algo que não compreendo,fazendo julgamento em suas mentes misteriosas,diversas conclusões,vida bizarra,proposito misterioso para cada mortal que respira esse oxigenio poluido pelos anos de capitalismo absoluto.
mentes doentias esperando o momento de surtar,derrotados voltando as suas casas por diversas decepções,outros trazendo boas noticias aos seus olhos,tentando afugentar o vazio que existe em cada ser humano,com diversas ocupações,procurando serem uteis em meio a uma sociedade totalmente deficiente e em combustão.
sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Fantasma
Pobre diabo
Temendo demonios embaixo da cama
Sendo que abriga o proprio inferno dentro de si
Um cão miseravel procurando migalhas
Os dias são iguais,sem deus,sem patria
Fechar os olhos para nunca mais ver
sem teto,sem razão
Vagando sem ser notado
Até um dia desses qualquer
Mortal é a lucidez
Temendo demonios embaixo da cama
Sendo que abriga o proprio inferno dentro de si
Um cão miseravel procurando migalhas
Os dias são iguais,sem deus,sem patria
Fechar os olhos para nunca mais ver
sem teto,sem razão
Vagando sem ser notado
Até um dia desses qualquer
Mortal é a lucidez
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Coração Inflamado no Purgatório :
Como o resplendor de uma miragem
O amor sussurra nos ouvidos
inóspitos de fevereiro
Conforme o tempo é ironico
envenando o pouco juizo
Que essa idade resguarda
Então a jornada se inicia
Beijando o abismo
Enquanto a juventude é abduzida
Não mais pedras Do que utopias
Adrenalina é a razão
A ilusão acorda A noite frenética
Para embriagados correrem desenfreados
Pelos campos azuis de lua cheia
Se o céu é o limite
Faz encararem até em dormencia
Ultrapassa-lo como donos do universo
Enquanto o coração bate rápido
A mente Procura o inalcançavel
Há muito para se descobrir
Se arriscando para aprender
Procurando o reciproco nos olhos
Sabe o amor?
Um dia ele morre
E o coração é velado Com fracasso
O amor será seu juiz
O amor se torna o carrasco
Culpando cegos pelo fracasso
Coração inflamado no purgatório
Saturado de Decepções
Vai arder pela inocência do crime
Até outra nova ilusão absolver
O amor sussurra nos ouvidos
inóspitos de fevereiro
Conforme o tempo é ironico
envenando o pouco juizo
Que essa idade resguarda
Então a jornada se inicia
Beijando o abismo
Enquanto a juventude é abduzida
Não mais pedras Do que utopias
Adrenalina é a razão
A ilusão acorda A noite frenética
Para embriagados correrem desenfreados
Pelos campos azuis de lua cheia
Se o céu é o limite
Faz encararem até em dormencia
Ultrapassa-lo como donos do universo
Enquanto o coração bate rápido
A mente Procura o inalcançavel
Há muito para se descobrir
Se arriscando para aprender
Procurando o reciproco nos olhos
Sabe o amor?
Um dia ele morre
E o coração é velado Com fracasso
O amor será seu juiz
O amor se torna o carrasco
Culpando cegos pelo fracasso
Coração inflamado no purgatório
Saturado de Decepções
Vai arder pela inocência do crime
Até outra nova ilusão absolver
domingo, 22 de janeiro de 2012
A Noite de Sombras :
Na noite só
No cemiterio,Boêmio
Na contramão
Coração ferido
No rastro de noticias tristes
Na calada da madrugada
Surtando com a ausencia
Do que nunca encontrou
E o tempo passa
Nada construtivo
Procurando a cura
Ou desejando vingar-se
Dos senhores do destino
Que serviram sua melancolia
Esperando pela proxima estação
Na esperança que traga novamente
A vontade de viver.
No cemiterio,Boêmio
Na contramão
Coração ferido
No rastro de noticias tristes
Na calada da madrugada
Surtando com a ausencia
Do que nunca encontrou
E o tempo passa
Nada construtivo
Procurando a cura
Ou desejando vingar-se
Dos senhores do destino
Que serviram sua melancolia
Esperando pela proxima estação
Na esperança que traga novamente
A vontade de viver.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Olhos do Hospicio :
Poucas palavras
muito silencio
nada a dizer ,nem a quem dizer
o trem taciturno passou as 11
Olhos funebres
os ventos arrastam as flores mortas
como as ondas que levaram seus risos
alento para surtar novamente
Não passará dos vinte
não há aonde se adaptar
uma corda para enforcar os sentidos
aqui jáz um inferno
numa mente habitada por abominações
aprisionadas entre as ruinas
Laminas confiscadas
convivendo com loucuras alheias
Esse mundo imundo nunca mereceu sanidade alguma
O tempo continua voando como nunca
privado da liberdade.
muito silencio
nada a dizer ,nem a quem dizer
o trem taciturno passou as 11
Olhos funebres
os ventos arrastam as flores mortas
como as ondas que levaram seus risos
alento para surtar novamente
Não passará dos vinte
não há aonde se adaptar
uma corda para enforcar os sentidos
aqui jáz um inferno
numa mente habitada por abominações
aprisionadas entre as ruinas
Laminas confiscadas
convivendo com loucuras alheias
Esse mundo imundo nunca mereceu sanidade alguma
O tempo continua voando como nunca
privado da liberdade.
ÊPILOGO
Em fase terminal
aprendi a usar a minha escuridão
uma forma de manifestar o meu mal
nos quadros de meus versos
ditando as nebulosas em frases mortas
os poemas cinzentos que me definem
aprendi a usar a minha escuridão
uma forma de manifestar o meu mal
nos quadros de meus versos
ditando as nebulosas em frases mortas
os poemas cinzentos que me definem
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
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